BASES, GIROS E SALTOS NO BAIÃO


BASES, GIROS E SALTOS NO BAIÃO

BASES, GIROS E SALTOS NO BAIÃO

Relatório 4- 05/04/17

Olá amigos do forró!

Aqui estamos nós, as Flores do Forró, relatando nossa quarta aula de Baião com o professor Ivan Ribeiro.

BASES E GIROS

Iniciamos com aquecimento de base, pivô e giro em quadrante, ou seja, mudando de direção em relação aos 4 lados.

O professor Ivan explica que a dinâmica de giros precisa ter consciência dos movimentos e não fazer no automático. E podemos perceber que o procedimento automático realmente acontece na prática, pois acabamos nos perdendo no passo se a atenção não estiver totalmente voltada a dança.

Ele, professor Ivan, geralmente verbaliza os caminhos percorridos pelos pés e a dinâmica da pessoa conduzida, iniciando com o pé direito se dá por: lado, atrás, cruza / pivô, pisa e gira, em seguida, voltando à base, lado atrás crua.

A verbalização da dinâmica da pessoa condutora, iniciando com o pé esquerdo se dá por: lado, atrás, cruza / lado, atrás, fica, invade e vai, em seguida, voltando à base, lado, atrás, cruza.

Sempre lembrado que após o giro, com ambos voltando à base, o pé que marca a base lateral sempre cruzará pela frente, após o segundo pé marcar atrás, abrindo caminho e que a dupla retomará a base espelhada, lado, atrás, cruza.

Praticamos com músicas de andamento lento e médio, e através das práticas orientadas fomos aprimorando as dinâmicas das bases e entendendo melhor as fusões com as dinâmicas de giros e mudanças de direção.

SALTOS

Segundo o professor Ivan Ribeiro e também os próprios estudos do movimento, sabe-se que saltos realizados sem orientação, com técnicas impróprias, ou por pessoas com limitações, podem causar lesões por impacto ou estresse agudo, podendo se tornar uma lesão crônica depois de certo tempo de prática continuada. Entretanto, se bem feito, é um lindo movimento, que deixa a dança do Baião, mais intensa, charmosa e interessante.

Sua dinâmica correta se dá por: lado, atrás, cruza com mais ênfase (avanço na parte cruzada da base), em seguida, realiza-se um pivô no pé que acaba de cruzar, juntando-se o outro pé, e com apoio em ambos os pés, faz-se um leve “Plié, orientando-se o corpo para o retorno à posição de origem da dinâmica de base lateral, executa-se o salto, com uma trajetória mais rasante do que parabólica, em seguida, volta-se à base lado, atrás e cruza.

CONDUÇÃO

Sobre a condução ou indução, foi enfatizado a necessidade do avanço na parte cruzada da base, sendo este, suficiente para indicar o início da preparação para o salto, assim como a energia nas conexões pelas mão, que são fundamentar para a transmissão da informação, estes fundamentos, o avanço na cruzada da base e a conexão (pessoa conduzida conectada e com a energia equilibrada), se mostram tão importantes, que mesmo que o condutor não salte, a pessoa conduzida tenderá a saltar, evidenciando que a melhor condução depende de uma execução firme e consciente.


Dúvidas? Chame a gente…

CHAT DA SALTARE DANÇAS

ATENDIMENTO VIA CHAT
Reserve sua vaga!

.



Beijinhos!
Vem com a gente.

Jessica Santos
Aline
Alves
Talita
Cristina

Facebook Comments

Saiba Mais

Você pode gostar...